
Título: Publicidade de Controle: Consumo, Cibernética, Vigilância e Poder
Autor: Domingues Izabela
Sinopse: O que a publicidade pode nos dizer sobre nossas sociedades e nossos modos de subjetivação? Instrumento central de comunicação social, a publicidade também tem vínculos estreitos com os regimes de controle. Izabela Domingues nos convida a percorrer uma instigante cartografia da publicidade, de suas “derivas e resistências” nos últimos 50 anos no Brasil. Essa breve história participa de um recuo mais amplo, que retorna ao século XIX para entender nosso passado recente e a formação das bases disciplinares do discurso publicitário. Esse recuo serve sobretudo para que a autora lance um olhar mais agudo sobre o presente e a nova face da publicidade nas atuais sociedades de controle. Um livro que nos provoca a interrogar as tensões e ambiguidades de nosso tempo, num gesto que deseja compreender como as subjetividades reproduzem a lógica do controle mas podem, ao mesmo tempo, revirá-la.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Publicidade de Controle: Consumo, Cibernética, Vigilância e Poder”, de Domingues Izabela, publicado pela editora Sulina, em 2016 e com 337 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Sulina
Páginas: 337
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520507646
ISBN13: 9788520507643
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,10
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
