
Título: Qualquer ontem: (Org. de Luiz Antonio de Assis Brasil)
Autor: Stéfanie Sande
Sinopse: [Qualquer ontem, ou amanhã] "Esta é uma das melhores antologias de meus alunos. Não por serem meus alunos, mas porque de fato estão aqui reunidos contos de excepcional qualidade. Seus autores são mulheres e homens que se entregam à literatura como a uma carreira, como a um trabalho, mas mais do que isso: uma paixão e a causa de estarem vivos. Predominam textos de natureza intimista, com alguma incidência do uso da primeira pessoa, como seria de se esperar, dado o espírito do tempo e, ainda, da juventude dos que os escrevem; mas isso é uma circunstância adjetiva. O que importa é que o nível estético faz com que possam ser inscritos com brilho em qualquer coletânea de caráter internacional. Eu me arriscaria a ser considerado um tolo se o conteúdo deste livro não me confirmasse. Agora cabe a você, leitor, deliciar-se – para não esquecer de Keats: a thing of beauty is a joy forever". --- Luiz Antonio de Assis Brasil
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Qualquer ontem: (Org. de Luiz Antonio de Assis Brasil)”, de Stéfanie Sande, publicado pela editora Bestiário, em 2019 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bestiário
Páginas: 128
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788594187598
Sobre a editora
Os livros da editora Bestiário convidam o leitor a navegar por territórios literários que misturam história, memória e experimentação formal. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens complexos, como legistas obcecados ou narradores fragmentários, que desafiam a linearidade tradicional. O catálogo revela uma atenção especial a temas culturais e sociais, desde a Idade Média até o Brasil contemporâneo, com abordagens que transitam entre o ensaio histórico e a ficção literária. A linguagem varia entre o didático e o poético, com textos que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, e que se destacam pelo rigor estético e pela densidade emocional. O tom pode ser ao mesmo tempo sóbrio e sensorial, com narrativas que valorizam a memória e a construção de sentidos através de múltiplas vozes.
