
Título: Quase (toda) Poesia
Autor: Silva da
Sinopse: Quase (toda) poesia é o resultado de dez anos de produção de Juremir Machado da Silva. Uma década de aventuras num oceano singular. É seu primeiro livro de poesia publicado. O que este livro traz é a busca de formas do fazer poético, isto é, a poesia como “descobrimento”. O fazer da poesia, o olhar do escritor numa profusão de sentidos, de significados, de jogos cotidianos de percepção do mundo. Um poeta não se explica. Nada o impede, porém, de tentar saber por onde anda. O leitor encontrará releituras, paródias, ironias, “descobrimentos”. Da rima à prosa poética, do salto ao passo lento, da vertigem ao transe, da perplexidade ao desejo, da filosofia da existência à transfiguração. Se a obra é sempre aberta, sendo o leitor soberano na interpretação e na fruição, o autor não deixa de ter sua bússola, esse velho instrumento ainda disponível. Ser poeta é andar na contramão, atrever-se, desafiar. Tornar-se poeta quando já se tem uma etiqueta na testa é mais do que um atrevimento: é uma declaração de guerra.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Quase (toda) Poesia”, de Silva da, publicado pela editora Sulina, em 2022 e com 280 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Sulina
Páginas: 280
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6557590553
ISBN13: 9786557590553
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,320
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
