
Título: Querido mundo, como vai você?
Autor: Toby Little
Sinopse: Uma aventura tão grande quanto a imaginação de um menino com o coração do tamanho do planeta Terra. "Querido mundo, tenho cinco anos, vivo na Inglaterra e me chamo Toby Little. Estou cheio de perguntas a fazer, por isso resolvi escrever cartas para pessoas de todos os países do planeta. Espero que elas também queiram conversar comigo." Quatro meses depois de tomar essa decisão ambiciosa e de receber o apoio dos pais, Toby atingiu seu objetivo. E, para sua surpresa, o mundo escreveu de volta! Nesta coletânea, que conta com mais de 150 dessas cartas, você encontrará as conversas adoráveis e inusitadas entre Toby e os mais variados destinatários: de um cientista que vive na Antártica ao papa Francisco, passando pelo palácio de Buckingham e por uma escola no Turcomenistão. E meio a cartas enviadas a um astronauta canadense e a Nelson Mandela, você redescobrirá, através do olhar infantil de Toby e de seu encantamento pelo outro, um mundo feito de culturas diferentes, mas com pessoas semelhantes na vontade de torná-lo um lugar melhor. Um mundo que fica até pequeno se comparado ao alcance que tem o sonho de uma criança com determinação para alcançá-lo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Querido mundo, como vai você?”, de Toby Little, publicado pela editora Editora Schwarcz - Companhia das Letras, em 2017 e com 248 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Schwarcz - Companhia das Letras
Páginas: 248
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8543808731
ISBN13: 9788543808734
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Schwarcz - Companhia Das Letras convidam a uma imersão em temas complexos e contemporâneos, que transitam entre filosofia, psicanálise, política e ciências sociais. A experiência de leitura é marcada por textos densos, que combinam rigor teórico com uma linguagem que pode ser tanto ensaística quanto autobiográfica, como nos relatos que misturam diário e reflexão filosófica. O catálogo revela um interesse em explorar transformações sociais e subjetivas, como as discussões sobre gênero e sexualidade, além de abordagens históricas e críticas sobre política e cultura. Em muitos casos, a narrativa se apresenta com ritmo reflexivo e tom crítico, ora mais poético, ora mais didático, sempre com um olhar atento às tensões entre indivíduo e sociedade.
