
Título: Recordações de Ary Barroso: último depoimento
Autor: Mario de Moraes
Sinopse: Na época em que era repórter da revista O Cruzeiro, Mario de Moraes apresentou a Odylo Costa, filho, então diretor do semanário, a sugestão de realizar uma série de biografias de grandes personalidades brasileiras. A primeira biografia aprovada foi a de Ary Barroso, e Mário de Moraes veio a terminar o trabalho já após a morte do compositor. Durante meses, Ary já bem enfermo, Mario o entrevistou, colhendo as informações de que necessitava. Cada capítulo escrito era levado ao autor de Aquarela do Brasil para aprovação e rubrica. Grande parte dos dados obtidos foi publicado, em forma de reportagem, em O Cruzeiro. O todo aqui está reunido em livro. Embora não seja uma biografia completa, este livro tem a pretensão de contar várias passagens até então desconhecidas da atribulada e multifacetada vida do compositor. E o que é mais importante: a versão dos fatos é absolutamente fiel à narração de Ary Barroso.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Recordações de Ary Barroso: último depoimento”, de Mario de Moraes, publicado pela editora FUNARTE, em 2003 e com 173 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: FUNARTE
Páginas: 173
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575070401
ISBN13: 9788575070406
Sobre a editora
Os livros da editora Funarte costumam oferecer uma imersão profunda em temas ligados às artes cênicas, música e cultura brasileira, com uma atenção especial à memória e à pesquisa histórica. A leitura frequentemente envolve narrativas que combinam relatos pessoais, estudos culturais e técnicos, criando um ritmo que alterna entre o didático e o mais narrativo. O catálogo revela obras que dialogam com a identidade cultural nacional, explorando desde a arte moderna até as técnicas de cenografia e iluminação, além de biografias e crônicas que destacam personagens e movimentos artísticos. O tom, por vezes, é contemplativo e reflexivo, convidando o leitor a uma compreensão mais densa do contexto artístico e social.
