
Título: Retrato do Amor Quando Jovem
Autor: Goethe
Sinopse: Um minipanorama do amor jovem ao longo de cinco séculos - do pré-Renascimento aos inícios do Romantismo - é o que nos apresenta este livro, um projeto concebido e realizado pelo poeta, tradutor e crítico Décio Pignatari. Na Vida nova, o amor de Dante por Beatriz chega ao delírio espiritualizado; em Romeu e Julieta, as brincadeiras eróticas dão lugar a um amor fulminante e trágico; Sheridan, aos 23 anos, traça uma caricatura impiedosa da pseudo-intelectual inglesa do século XVIII, na figura da sra. Malaprop; e Goethe, em seu Diário (por vezes até eliminado de suas "obras completas"), contradiz a visão romântica do amor, com um apimentado poema porno-erótico. E tudo isto na língua do você, a língua franca do coloquial falado no Brasil.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Retrato do Amor Quando Jovem”, de Goethe, publicado pela editora Companhia de Bolso, em 2006 e com 264 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Companhia de Bolso
Páginas: 264
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535909311
ISBN13: 9788535909319
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia de Bolso apresentam uma variedade que vai do ensaio crítico à narrativa literária, passando por biografias e estudos históricos. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e uma linguagem que combina rigor intelectual com acessibilidade, seja na análise de temas como religião, filosofia e política, seja na construção de personagens e cenários densos e humanos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que exploram conflitos culturais e sociais profundos e outras que valorizam a dimensão poética e a sensibilidade do cotidiano. Em alguns casos, a prosa é mais densa e filosófica, enquanto em outros predomina um ritmo narrativo mais fluido e envolvente, com humor ou lirismo discretos. Essa diversidade permite ao leitor navegar entre textos que dialogam com a tradição intelectual e outros que se aproximam da experiência pessoal e da memória.
