
Título: Rosencrantz and Guildenstern Are Dead
Autor: Tom Stoppard
Sinopse: A new, beautiful updated edition of Tom Stoppard’s best-loved play and one of Grove Atlantic’s bestselling backlist titles, published with a new introduction by Tom Stoppard to coincide with the 50th anniversary of its debutRosencrantz and Guildenstern Are Dead is one of the most enduring and frequently performed plays of contemporary theater and has firmly established itself in the dramatic canon. Acclaimed as a modern masterpiece, it is the fabulously inventive tale of Hamlet as told from the worm’s-eye view of the bewildered Rosencrantz and Guildenstern, two minor characters in Shakespeare’s play. In Tom Stoppard’s best-known work, this Shakespearean Laurel and Hardy finally get a chance to take the lead role, but do so in a world where echoes of Waiting for Godot resound, where reality and illusion intermix, and where fate leads our two heroes to a tragic but inevitable end. Revised and reissued to commemorate the fiftieth anniversary of the play’s first performance, this definitive edition includes a new introduction and previously unpublished ancillary material.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Rosencrantz and Guildenstern Are Dead”, de Tom Stoppard, publicado pela editora Grove Press, em 2017 e com 128 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Grove Press
Páginas: 128
Ano: 2017-04-11
Edição: 50th Anniversary
Linguagem: en
ISBN: 0802126219
ISBN13: 9780802126214
Sobre a editora
Os livros da editora Grove Press costumam oferecer experiências de leitura marcadas por narrativas densas, muitas vezes com personagens complexos e conflitos morais profundos. O catálogo traz desde histórias que exploram o peso da memória e da culpa em cenários realistas, até obras que se aventuram em territórios do surreal e do fantástico, como o uso do realismo mágico para revelar segredos do passado. Há também uma atenção evidente a temas sociais e políticos, como a luta por liberdade, as tensões raciais e culturais, e os dilemas da identidade, apresentados com um tom que varia entre o trágico, o satírico e o crítico. A linguagem pode ser elaborada e reflexiva, com ritmo que ora é cadenciado e contemplativo, ora rápido e irônico, como em narrativas que misturam humor ácido e suspense.
