
Título: Sexualidades pelo avesso: Direitos, Identidades e Poder
Autor: Regina Maria Barbosa
Sinopse: A produção de positividades. O avesso da face negativa dos processos de exclusão, que tantas vezes e de tantas maneiras cercam a sexualidade, em suas diversas manifestações. É disso que trata esse livro, que se insere em um processo mais amplo de reconceituação das questãos relacionadas a gênero, sexualidade e poder no final do século XX. Ao reunir trabalhos de pesquisadores e pesquisadoras do Brasil e de outros países, esta coletânea busca contribuir para o crescente diálogo que vem ocorrendo ao Norte e ao Sul do equador, sobre as dimensões políticas e sociais da experiência sexual, da complexa construção das múltiplas identidades sexuais e das lutas pelos direitos sexuais e reprodutivos que vem sendo travadas nas sociedades contemporâneas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sexualidades pelo avesso: Direitos, Identidades e Poder”, de Regina Maria Barbosa, publicado pela editora 34, em 1999 e com 271 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: 34
Páginas: 271
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora 34 costumam apresentar uma leitura que combina rigor intelectual com um olhar atento às tensões sociais e culturais. O catálogo traz desde narrativas ficcionais densas, como contos russos clássicos, até análises críticas em áreas como filosofia, gênero e estudos urbanos, revelando uma preocupação constante com o contexto histórico e político. A escrita frequentemente explora conflitos psicológicos profundos, como as oscilações revolucionárias e as complexidades do cotidiano, em textos que transitam entre o literário e o ensaístico. O tom varia do mais narrativo e dramático ao didático e reflexivo, oferecendo ao leitor experiências que vão da imersão em personagens a debates contemporâneos. Essa diversidade permite que o leitor navegue entre obras que dialogam com a tradição e outras que se posicionam em discussões atuais, sempre com um ritmo que privilegia a densidade e a reflexão.
