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Signos, Maquinas, Subjetividades

Título: Signos, Maquinas, Subjetividades

Autor: Maurizio Lazzarato

Sinopse: É inegável: o capitalismo precisa e produz uma subjetividade à sua imagem e semelhança. Mas como isso se dá no contexto atual? Inspirado no pensamento original de Félix Guattari, o sociólogo e filósofo italiano Maurizio Lazzarato disseca em Signos, máquinas, subjetividades as modalidades de “sujeição” produzidas pelo neoliberalismo, bem como a “servidão maquínica” que lhe é inerente. Não é só o aspecto molecular e afetivo do capital que vem à tona, mas todo o “maquinismo” que rege nossas vidas, dos cartões de crédito ao fluxo de informações. Neste rico trajeto, não faltam a Lazzarato críticas cáusticas a teóricos que hoje ocupam o panteão do pensamento político (como Slavoj Žižek, Alain Badiou ou Jacques Rancière), mas se a faceta polêmica está presente, é porque a dimensão política perpassa o livro como um todo, sem turvar o rigor e a clareza das análises. Signos, máquinas, subjetividades é um sopro vivo na imaginação contemporânea, essencial para quem tenta compreender o que acontece à nossa volta, por que a representação política perde seu fôlego, como funcionam os poderes e que modalidades de resistência se pode criar.

Contexto da obra

Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Signos, Maquinas, Subjetividades”, de Maurizio Lazzarato, publicado pela editora Edições Sesc, em 2014 e com 416 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.

Editora: Edições Sesc

Páginas: 416

Ano: 2014-01-01

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8579950996

ISBN13: 9788579950995

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,500
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 15,00
  • Espessura (cm): 2,00

Sobre a editora

Os livros da editora EDICOES SESC oferecem uma imersão em temas que transitam entre as artes, as ciências humanas e as reflexões contemporâneas. A experiência de leitura costuma ser densa e multifacetada, combinando ensaios filosóficos, estudos históricos e análises culturais que dialogam com a memória, a identidade e as transformações sociais. O tom varia entre o acadêmico e o poético, com textos que exploram desde a fotografia de guerra até a trajetória de artistas e movimentos culturais brasileiros e internacionais. O catálogo revela ainda um interesse por narrativas que conectam o passado ao presente, como as memórias indígenas e os processos de resistência cultural.

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