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Sinhás pretas, damas mercadoras

Título: Sinhás pretas, damas mercadoras

Autor: Sheila de Castro Faria

Sinopse: O livro aborda mulheres negras africanas trazidas ao Brasil como escravizadas e que conseguiram não apenas obter sua liberdade, mas também prosperar num tempo e num contexto em que as circunstâncias lhes eram totalmente desfavoráveis. Os dados da cuidadosa pesquisa que o informa iluminam trajetórias que não são majoritárias entre escravizadas, ou mesmo escravizados, mas que trazem expressivas dimensões das experiências de liberdade no cativeiro – vividas por mulheres em sua maioria originárias da região da África Ocidental, as pretas-minas –, em cidades do Sudeste brasileiro nos séculos XVIII e XIX. Identificadas e analisadas, são histórias que desafiam a historiografia e um senso comum que desconhece, reduz ou compreende de maneira equivocada ou simplista a importância das mulheres negras africanas e de suas descendentes no Brasil escravista.

Contexto da obra

Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Sinhás pretas, damas mercadoras”, de Sheila de Castro Faria, publicado pela editora Cosac, em 2025 e com 358 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.

Editora: Cosac

Páginas: 358

Ano: 2025

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6555900067

ISBN13: 9786555900064

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Sheila de Castro Faria traz um mergulho detalhado e denso na história econômica e social do Brasil colonial e imperial, com foco em aspectos pouco explorados pela historiografia tradicional. A narrativa se constrói entre o rigor da pesquisa e uma linguagem acessível, que equilibra o acadêmico e o próximo do leitor interessado. O ritmo é contemplativo, convidando a uma reflexão sobre as estruturas sociais, econômicas e culturais que moldaram o país, especialmente nas relações de trabalho, comércio e família. A autora destaca personagens e grupos marginalizados, como mulheres negras africanas e pequenos produtores, conferindo-lhes voz e complexidade. Essa experiência de leitura desafia visões simplistas, propondo um olhar mais plural e crítico sobre o passado, sem perder a clareza e o engajamento.

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