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Spartakus - Simbologia da Revolta

Título: Spartakus - Simbologia da Revolta

Autor: Jesi Furio

Sinopse: Esta é uma das obras mais inspiradas do ?pensador e ensaísta italiano Furio Jesi (1941-1980). Não se trata de uma história do movimento espartaquista, mas de uma apaixonada fenomenologia da revolta. Se a revolução comporta uma estratégia a longo prazo, e se inscreve nos processos históricos, a revolta implica uma ?imediata? suspensão do tempo histórico. Assim, revolta e revolução se contrapõem. Jesi aborda o conceito de “revolta” não só no pensamento de Rosa Luxemburgo, mas também nas páginas de Dostoiévski, Brecht, Eliade e Thomas Mann. Spartakus é um dos livros mais belos e potentes da ensaística italiana, e se manteve como um texto secreto até ser redescoberto várias décadas depois da prematura morte do autor. Não à toa Jesi tornou-se um dos autores prediletos de Giorgio Agamben.

Contexto da obra

Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Spartakus – Simbologia da Revolta”, de Jesi Furio, publicado pela editora N-1 edições, em 2018 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.

Editora: N-1 edições

Páginas: 224

Ano: 2018

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8566943589

ISBN13: 9788566943580

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,280
  • Altura (cm): 17,00
  • Largura (cm): 12,00
  • Espessura (cm): 3,00

Sobre a editora

Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.

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