
Título: Stravaganza: A Cidade das Máscaras
Autor: Mary Hoffman
Sinopse: O plano de Arianna poderia ter dado certo, não fosse a aparição súbita - e em dia proibido - de um garoto de roupas esquisitas, que falava estranho e parecia estar completamente perdido na enorme cidade de Bellezza, em pleno século XVI. A menina pretendia fugir de casa e levar uma vida romântica entre os canais que cortam a cidade, mas agora teria que voltar de cabeça baixa a Torrone, a ilhota monótona onde nascera. Seu projeto de vida fora arruinado por aquele garoto meio sonâmbulo que dizia se chamar Lucien e parecia ter vindo de outro mundo. Ele não fazia idéia de como chegara ali, e afirmava que vivia muito doente na Londres dos nossos dias - um lugar distante no tempo e no espaço. Mas os dois ainda terão tempo para tentar entender a misteriosa comunicação entre esses dois mundos. O encontro de Arianna e Lucien, atribulado e acidental, é só o primeiro episódio de uma complicadíssima aventura. E a chegada daquele menino sem sombra não dará novo curso apenas à vida de Arianna. Pois não é todo dia que a cidade de Bellezza receba a visita de um stravagante.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Stravaganza: A Cidade das Máscaras”, de Mary Hoffman, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2004 e com 304 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 304
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535905421
ISBN13: 9788535905427
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
