
Título: Strega Nona. A Avó Feiticeira
Autor: Tomie Depaola
Sinopse: O artista norte-americano Tomie dePaola reconta e ilustra uma história muito antiga, Strega Nona – a avó feiticeira. Traduzida por Gian Calvi, esta narrativa divertida e original conta que em uma cidadezinha da Calábria, na Itália, vivia uma velhinha que tinha um toque mágico, por isso todos a procuravam quando tinham um problema. Por estar com dificuldade de cuidar da casa sozinha, capinar o jardim, colher legumes, alimentar e tirar leite da cabra, precisava de alguém para ajudá-la. Resolve contratar Tonhão e lhe faz uma advertência: jamais ele poderia tocar no caldeirão de macarrão. Claro que o rapaz não obedeceu e, na primeira oportunidade, achando-se conhecedor dos segredos da Strega Nona quase inundou o povoado… Tonhão entrou em casa e arrastou o caldeirão até o chão. Agora, deixe-me ver se me lembro das palavras”, disse Tonhão. E Tonhão cantou: “Borbulha, borbulha, caldeirão. Cozinha a massa e o macarrão. Estou com fome e está na hora de jantar.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Strega Nona. A Avó Feiticeira”, de Tomie Depaola, publicado pela editora Global Editora, em 2007 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 32
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 852601031X
ISBN13: 9788526010314
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,170
- Altura (cm): 28,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,20
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
