
Título: The Best Bad Luck I Ever Had
Autor: Kristin Levine
Sinopse: A powerful story about race and an unlikely friendship from award-winning author of The Lions of Little Rock. An ALA Best Book for Young Adults The last thing Harry "Dit" Sims expects when Emma Walker comes to town is to become friends. Proper-talking, brainy Emma doesn't play baseball or fish too well, but she sure makes Dit think, especially about the differences between black and white in the 1910s. But soon Dit is thinking about a whole lot more when the town barber, who is black, is put on trial for a terrible crime. Together Dit and Emma come up with a daring plan to save him from the unthinkable. Tension builds just below the surface of this energetic, seamlessly narrated first novel set in small-town Alabama in 1917.Publishers Weekly, starred review This classic story of how unlikely persons can change things for the better should appeal to all readers.VOYA, starred review
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Best Bad Luck I Ever Had”, de Kristin Levine, publicado pela editora Penguin, em 2010 e com 290 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin
Páginas: 290
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 0142416487
ISBN13: 9780142416488
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas envolventes e textos densos, com temas que transitam entre suspense, filosofia, história e literatura clássica. O catálogo apresenta desde thrillers contemporâneos com tramas policiais e conspirações até reflexões existenciais e guias práticos, como manuais de sobrevivência e técnicas culinárias. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre histórias narrativas e obras mais informativas ou ensaísticas, com um tom que pode variar do tenso e misterioso ao didático e contemplativo. A linguagem frequentemente privilegia personagens complexos e conflitos profundos, enquanto o ritmo pode oscilar entre o acelerado das tramas de suspense e o mais pausado das obras clássicas e filosóficas.
