
Título: The Club Dumas
Autor: Arturo Pérez-Reverte
Sinopse: Lucas Corso, middle-aged, tired, and cynical, is a book detective, a mercenary hired to hunt down rare editions for wealthy and unscrupulous clients. When a well-known bibliophile is found hanged, leaving behind part of the original manuscript of Alexandre Dumas's The Three Musketeers, Corso is brought in to authenticate the fragment. The task seems straightforward, but the unsuspecting Corso is soon drawn into a swirling plot involving devil worship, occult practices, and swashbuckling derring-do among a cast of characters bearing a suspicious resemblance to those of Dumas's masterpiece. Aided by a mysterious beauty named for a Conan Doyle heroine, Corso travels from Madrid to Toledo to Paris in pursuit of a sinister and seemingly omniscient killer. Part mystery, part puzzle, part witty intertextual game, The Club Dumas is a wholly original intellectual thriller by the internationally bestselling author of The Flanders Panel and The Seville Communion.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Club Dumas”, de Arturo Pérez-Reverte, publicado pela editora Vintage, em 1998 e com 362 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 362
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0679777547
ISBN13: 9780679777540
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
