
Título: The Knowledge: How to Rebuild our World from Scratch
Autor: Lewis Dartnell
Sinopse: Maybe an asteroid hit Earth. Perhaps a nuclear war reduced our cities to radioactive rubble. Or avian flu killed most of the population. Whatever the cause, the world as we know it has ended and now the survivors must start again. But how do we set about rebuilding our world from scratch? Once you’ve salvaged what you can from the debris, how do you grow food and make clothes? How do you generate energy and develop medicines? And once you’ve mastered the essentials, how do you smelt metals, make gunpowder, or build a primitive radio set? The Knowledge is a guidebook for survivors. We have become disconnected not only from the beautiful fundamentals of science and technology but even from the basic skills and knowledge on which our lives and our world depend. The Knowledge is a journey of discovery, a book which explains everything you need to know about everything. Here is the blueprint for rebooting civilisation. It will transform your understanding of the world – and help you prepare for when it’s no longer here.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Knowledge: How to Rebuild our World from Scratch”, de Lewis Dartnell, publicado pela editora Vintage, em 2015 e com 352 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 352
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0099575833
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
