
Título: The Wife Trap: Trap Trilogy #2
Autor: Tracy Anne Warren
Sinopse: Your presence is requested at a wedding deception. After orchestrating a scandalous high-society ruse, Lady Jeannette Brantford is banished from her family’s estate in England and sent to live with boring elderly cousins in the Irish countryside. But Jeannette’s exile is surprisingly eventful. En route to her dreaded destination, she encounters Darragh O’Brien, a devilishly handsome architect who transforms Jeannette’s punishment into a delicious whirlwind of wits, words, and undeniable passion. Although no less than a duke could satisfy a lady of her status, Jeannette is unable to extinguish the burning desire she has for Darragh’s smoldering looks and sizzling kisses. Little does she know, her dashing Irishman is no commoner. He’s the eleventh Earl of Mulholland–and he’s thoroughly enjoying the irresistible game of hard-to-get. But before he reveals his true identity, a little temptation and trickery are in order to teach his fair lady a lesson or two about love.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Wife Trap: Trap Trilogy #2”, de Tracy Anne Warren, publicado pela editora Ivy Books, em 2006 e com 416 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ivy Books
Páginas: 416
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13: 9780345483096
Sobre a editora
Os livros da editora Ivy Books costumam mergulhar o leitor em narrativas intensas e envolventes, onde o conflito emocional e o suspense caminham lado a lado. As histórias transitam entre cenários históricos, como a Inglaterra vitoriana e o sul dos Estados Unidos em tempos de guerra, e ambientes contemporâneos marcados por tensão policial e mistério. O catálogo revela uma predileção por tramas que exploram relações humanas complexas, muitas vezes atravessadas por paixões proibidas, segredos e dilemas morais profundos. A linguagem tende a equilibrar descrições detalhadas com ritmo que mantém o interesse, ora privilegiando o drama psicológico, ora o desenrolar de intrigas e investigações.
