
Título: Théâtre de Clara Gazul
Autor: Prosper Mérimée
Sinopse: «C'est à Gibraltar que je vis pour la première fois Mlle Gazul», née d'une tireuse de cartes «sous un oranger sur le bord d'un chemin dans le royaume de Grenade». Inutile de dire que Mérimée n'est jamais allé à Gibraltar et que Mlle Gazul n'est pas née d'une cartomancienne sous un oranger, pour la bonne raison qu'elle n'existe pas. Clara Gazul, c'est Mérimée lui-même qui, tout jeune encore (il n'a pas vingt-cinq ans lorsque paraît le Théâtre) et bravissime champion du romantisme naissant, s'est amusé à écrire ces petites pièces délicieuses d'humour et d'impertinence où revit une Espagne noire et parfumée inspirée du Quichotte et de Calderón. Une femme est un diable : elles le sont toutes. Mariquita, Inès Mendo, Doña Urraca et surtout la Périchole qui a inspiré tant d'actrices et de metteurs en scène depuis Valentine Tessier, Jouvet et Copeau jusqu'à Maria Casarès et à la diabolique Anna Magnani du Carrosse d'or de Jean Renoir. Sans oublier Offenbach et Jérôme Savary.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Théâtre de Clara Gazul”, de Prosper Mérimée, publicado pela editora Gallimard, em 2005 e com 384 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gallimard
Páginas: 384
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2070376265
ISBN13: 9782070376261
Sobre a editora
Os livros da editora Gallimard costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma combinação de profundidade filosófica e atenção às nuances da condição humana. Muitas obras exploram conflitos internos e sociais, com personagens que refletem sobre temas como a guerra, a memória, a identidade e a passagem do tempo, em cenários que vão do íntimo ao histórico. A linguagem varia entre o poético e o ensaístico, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo do foco narrativo. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que desafiam o leitor a pensar sobre a realidade, seja por meio de relatos autobiográficos, ficções históricas ou reflexões filosóficas.
