
Título: Theodorico, o Imperador do Sertao
Autor: Alexandre Werneck, Marcelo Pedroso
Sinopse: Este livro compõe perspectivas em debate sobre o polêmico filme em que o personagem central é um latifundiário nordestino com grande poder político na sociedade brasileira. O mandonismo exercido pelo protagonista Theodorico é revelado pelo sociólogo Alexandre Werneck através da ideia de 'semiologia crítica'. Além do uso que faz de Roland Barthes, o Werneck analisa a fita e o contexto do programa televisivo como caminho para uma profunda referência a Max Weber. Por sua vez, o cineasta Marcelo Pedroso, com base em sua ideia de 'filmar o inimigo', destaca Theodorico, o imperador do sertão como sendo o único trabalho da filmografia de Coutinho a operar o que qualifica como 'regime de adversidade', em que o diretor cria uma relação de antagonismo com seu personagem. Pedroso destaca também questões que abordam a trajetória do documentarista, seu método de ética e de filmagem, até problemas sociais brasileiros, como o coronelismo. Acabamento: Brochura. Peso: 299g. Dimensões: 18 x 12 x 0.7.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Theodorico, o Imperador do Sertao”, de Alexandre Werneck, Marcelo Pedroso, publicado pela editora 7 Letras, em 2017 e com 80 páginas, integra a categoria Roteiro. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: 7 Letras
Páginas: 80
Ano: 2017
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788542106268
Sobre a editora
Os livros da editora 7 LETRAS apresentam uma leitura que atravessa a poesia, a crônica e o ensaio com um olhar atento às experiências humanas e sociais. O catálogo revela uma predileção por narrativas que exploram o cotidiano, a memória e as tensões entre o indivíduo e seu entorno, ora com tom poético e contemplativo, ora com humor e irreverência. As obras frequentemente dialogam com temas como identidade cultural, desigualdades sociais, linguagens artísticas e questões urbanas, criando um ritmo que pode ser tanto fluido quanto denso, conforme o foco do texto. A diversidade se manifesta na coexistência de textos mais narrativos e outros que se aproximam da reflexão crítica e teórica, ampliando o leque de possibilidades para leitores que buscam tanto emoção quanto análise.
