
Título: Tintim Na América
Autor: Hergé
Sinopse: Em Tintim na América, os Estados Unidos estão dominados pelo banditismo. As quadrilhas agem como se fossem empresas, com o racionalismo e a eficiência do capitalismo americano. Convocado para acabar com isso, Tintim desembarca em Chicago com seu fiel companheiro Milu. Mal chegam, eles são seqüestrados pelos homens de Al Capone. Será apenas o primeiro de uma série de atentados de que vão escapar, graças à coragem, astúcia e uma formidável dose de sorte. A perseguição aos gângsteres levará Tintim e Milu a empreender um périplo pelo país. Do Velho Oeste, onde se vêem às voltas com os índios pés-pretos, voltam por fim a Chicago, não sem antes atravessar o deserto a pé. Mas conseguirá Tintim mandar para trás das grades esses ousados criminosos e suas quadrilhas?
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Tintim Na América”, de Hergé, publicado pela editora Quadrinhos na Cia, em 2008 e com 64 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Quadrinhos na Cia
Páginas: 64
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535911995
ISBN13: 9788535911992
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,250
- Altura (cm): 29,50
- Largura (cm): 22,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Quadrinhos na Cia costumam apresentar narrativas em quadrinhos que transitam entre memórias pessoais e grandes contextos históricos, com um olhar que mistura emoção e crítica. O catálogo reúne histórias que vão do relato autobiográfico intenso, passando por sátiras políticas e sociais, até aventuras clássicas e experimentações gráficas. Muitas obras exploram conflitos humanos profundos, como a busca por identidade, a solidão urbana e as tensões políticas, com um tom que pode variar do humor ácido ao drama contido. A leitura desses quadrinhos frequentemente exige atenção ao detalhamento visual e à construção de atmosferas densas, seja em narrativas mais lineares ou em estruturas fragmentadas e poéticas.
