
Título: Um Homem. Klaus Klump
Autor: Gonçalo M. Tavares
Sinopse: Publicado em Portugal em 2003, Um homem: Klaus Klump, que abre "O reino", série de romances do autor da qual fazem parte também A máquina de Joseph Walser e Jerusalém (prêmio José Saramago 2005), é uma perturbadora alegoria sobre a vida em tempos de guerra e de paz, sobre a ditadura e a democracia. A narrativa descreve os momentos turbulentos de um país que atravessa uma ocupação militar. Os tanques tomaram a cidade. Casas são invadidas e há pessoas desaparecidas. O som das máquinas, das balas e das bombas emudeceu as conversas e as melodias. Mas o estado de exceção não alterou a normalidade dos negócios. Klaus Klump é editor e, apesar de fazer livros perversos (contra a política e a economia do tempo), se mantém neutro com relação à situação do país. Até que Johana, sua amante, é violentada por um soldado. Klaus então vira guerrilheiro e refugia-se na floresta com outros combatentes. A guerra e os militares impõem o presente absoluto: os homens se tornam primitivos e o fim último de todos os atos é a sobrevivência. Há uma ciência da guerra, há uma gramática da guerra, há um comportamento e uma concepção do corpo próprios dos tempos de guerra. Klaus termina preso, passa sete anos na cadeia e, ao sair, decide assumir os negócios da família, que antes renegava.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Um Homem. Klaus Klump”, de Gonçalo M. Tavares, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2007 e com 120 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 120
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535910581
ISBN13: 9788535910582
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,186
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
