
Título: Uma Temporada no Holiday
Autor: Giba Carvalheira
Sinopse: O jornalista Giba Carvalheira resolve realizar um projeto audacioso: viver por três meses no cartão postal mais diabólico de Recife, o famoso edifício Holiday. A favela de concreto no coração do bairro nobre de Boa Viagem, que abriga, nos seus 17 andares, uma comunidade de 3.000 moradores, composta por prostitutas, matadores, traficantes e outros personagens excluídos do seu entorno. O resultado é esse diário do submundo, um livro investigativo, onde o próprio autor se vê vítima de seu objeto de estudo, iniciando-se no crack e apaixonando-se por uma garota de programa. O resultado é uma obra corajosa, onde a exclusão, a tristeza e a imundície são mostradas de maneira crua, mas também apaixonante. Escrito com grande fluidez, este livro levará o leitor pelos corredores de um mundo paralelo, que jamais supôs existir.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Uma Temporada no Holiday”, de Giba Carvalheira, publicado pela editora Confraria do Vento, em 2014 e com 132 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Confraria do Vento
Páginas: 132
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8560676902
ISBN13: 9788560676903
Sobre a editora
Os livros da editora Confraria Do Vento convidam a uma leitura que mescla densidade poética e reflexão crítica, com uma forte presença da linguagem literária que flerta entre o ensaio, a poesia e a narrativa contemporânea. O catálogo sugere obras que exploram temas como a condição humana, o corpo, a marginalidade e a memória, muitas vezes com um tom introspectivo, às vezes marcado por tensões entre o lírico e o político. A experiência de leitura pode variar do ritmo cadenciado da poesia a narrativas mais cruas e investigativas, com textos que não se acomodam a fórmulas e que desafiam o leitor a acompanhar um fluxo de pensamento por vezes fragmentado ou experimental. A Confraria Do Vento parece privilegiar uma escrita que valoriza o jogo entre o intelectual e o sensível, em ambientes que vão do urbano às paisagens interiores e imaginárias.
