
Título: Un árbol, un adiós
Autor: Marina Mayoral
Sinopse: About the Author Marina Mayoral ha publicado las novelas Casi perfecto (Alfaguara, 2007), Bajo el magnolio (Alfaguara, 2004), La sombra del ángel (Alfaguara, 2000), Dar la vida y el alma (Alfaguara, 1996), Un árbol, un adiós (1996), Recóndita armonía (Alfaguara, 1994), Contra muerte y amor (1985), La única libertad (1982; Alfaguara, 2002), Al otro lado (1980) y Cándida, otra vez (1979); los libros de relatos Querida amiga (Alfaguara, 2001) , Recuerda, cuerpo (Alfaguara, 1998) y Morir en sus brazos (1989); y en gallego Querida amiga (1995); Tristes armas (1994); Chamábase Luis (1989) y O reloxio da torre (1988). Catedrática de Literatura Española en la Universidad Complutense de Madrid, ha publicado numerosos trabajos de investigación y crítica literaria, entre los que destacan los estudios sobre Rosalía de Castro y Emilia Pardo Bazán, así como los análisis de poesía y prosa contemporáneas. www.marinamayoral.es
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Un árbol, un adiós”, de Marina Mayoral, publicado pela editora Punto de Lectura, em 2004 e com 109 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Punto de Lectura
Páginas: 109
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8466313370
ISBN13: 9788466313377
Sobre a editora
Os livros da editora PUNTO DE LECTURA apresentam um convite à reflexão por meio de narrativas que exploram as complexidades das relações humanas, da arte e da identidade. A experiência de leitura frequentemente traz personagens imersos em dilemas pessoais profundos, seja no cenário urbano cotidiano ou em contextos históricos e fantásticos, com um tom que varia do introspectivo ao levemente irônico. O catálogo reúne obras que transitam entre o romance psicológico, o suspense e a literatura fantástica, com uma linguagem que pode ser tanto poética quanto direta, sempre focada em revelar camadas sutis da condição humana. Em algumas obras, o ritmo é marcado por uma tensão crescente e mistério, enquanto outras se dedicam a um olhar mais contemplativo e sensível sobre o cotidiano e as emoções.
