
Título: Vida de São José de Anchieta
Autor: Armando Cardoso
Sinopse: José de Anchieta nasceu em 19 de março de 1534, na cidade de Tenerife, nas ilhas Canárias. Aos 14 anos, foi levado para Portugal para estudar. Em 1551, ingressou na Companhia de Jesus e, dois anos mais tarde, foi enviado como missionário ao Brasil. Foi ordenado sacerdote em 1566 e escolhido para Superior da Comunidade de São Vicente e depois de São Paulo. Dez anos mais tarde, foi nomeado provincial de toda a missão no Brasil, revelando-se um superior cheio de sabedoria e segurança. Escreveu na língua dos indígenas uma gramática e, depois, um catecismo. Foi agraciado com o epíteto de “apóstolo do Brasil”. Faleceu em 9 de junho de 1597. Em 1980, o Papa João Paulo II inscreveu-o entre os bem-aventurados e, em 2014, o Papa Francisco proclamou a sua canonização.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Vida de São José de Anchieta”, de Armando Cardoso, publicado pela editora Edições Loyola, em 2014 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 320
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 851504126X
ISBN13: 9788515041268
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,320
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
