
Título: Viva Te Coso, Morta Não
Autor: Augusto Ferraz de Arruda
Sinopse: O juiz de uma pacata cidade do interior paulista, casado e pai de dois filhos, é promovido a um posto na Capital na década de 60 e torna-se alvo da repressão política do regime militar, quando se apaixona por uma jovem integrante de um movimento de esquerda. Esse amor proibido é o ponto de partida de 'Viva Te Coso, Morta Não', onde o leitor é conduzido, em uma narrativa hábil e fluida, ao sombrio período da ditadura militar dos anos 60 e 70, ao mesmo tempo que acompanha o conflito ético e existencial de João Roberto, personagem central da história. O título do romance refere-se a uma antiga superstição, segundo a qual não se deve costurar roupa vestida em uma pessoa viva - ato comum ao se preparar um morto para o funeral. Para evitar má-sorte, quando necessário, a pessoa que costura deve dizer três vezes ‘viva te coso’, seguida da resposta daquela cuja veste está sendo costurada, ‘morta, não’ -, explica o autor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Viva Te Coso, Morta Não”, de Augusto Ferraz de Arruda, publicado pela editora Juarez de Oliveira, em 1999 e com 251 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Juarez de Oliveira
Páginas: 251
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8574530891
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Juarez de Oliveira oferecem uma experiência de leitura que combina rigor técnico com clareza didática, especialmente voltada para o público jurídico e acadêmico. O catálogo privilegia obras que exploram o Direito Penal, Civil e Processual, com atenção a atualizações legislativas e análises detalhadas de códigos e jurisprudência. A linguagem, embora técnica, busca ser acessível, facilitando o entendimento de temas complexos, como a atuação do advogado criminalista ou a tutela ambiental sob o prisma jurídico. Além disso, há um equilíbrio entre textos mais práticos, com modelos e exemplos, e outros de caráter mais teórico e reflexivo, contemplando desde estudos científicos até ensaios críticos sobre o sistema judicial.
