
Título: Viver reconciliados: aspectos psicológicos
Autor: Amedeo Cencini
Sinopse: Falando como psicólogo, e ao mesmo tempo como crente, o autor, tenciona mostar como o homem, através da compreensão dos vários níveis de manifestação de seu mal - fisiológico, psicológico e moral -, pode chegar a um índice de integração do mal que torne aceitáveis as próprias limitações, mas dentro de uma perspectiva de fé, isto é, excluindo aquele narcisismo, cuja revelação é o medo do fracasso, e também aqueles sentimentos de culpa que negam a alegria do perdão de Deus. O livro foi propositadamente escrito em estilo de divulgação, com a finalidade de ajudar as pessoas a crescer de modo coerente e unitário. Destina-se ao homem normal, comum, obrigado a admitir muitas vezes contra sua vontade, que não é perfeito como gostaria de ser, mas também não tão imperfeito como às vezes parece.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Viver reconciliados: aspectos psicológicos”, de Amedeo Cencini, publicado pela editora Paulinas, em 1988 e com 184 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulinas
Páginas: 184
Ano: 1988
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Paulinas costumam apresentar uma linguagem acessível e um cuidado especial com a clareza, seja na releitura contemporânea de textos sagrados ou na abordagem de temas espirituais e sociais. A experiência de leitura frequentemente convida a uma reflexão profunda sobre fé, promoção humana e transformação pessoal, com narrativas que transitam entre o didático e o poético. O catálogo inclui obras que dialogam com públicos variados, desde crianças e jovens até adultos interessados em catequese, espiritualidade e questões sociais, sempre com um tom que mescla simplicidade e profundidade. A diversidade editorial se manifesta em textos que vão do relato pessoal e histórico a propostas pedagógicas e à literatura infantojuvenil, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto narrativo.
