
Título: Viver sem Linguagem: Linguagem, Mente e Cérebro
Autor: Celso Novaes
Sinopse: Viver sem linguagem: linguagem, mente e cérebro é um livro que mostra a complexidade do estudo da linguagem por meio de um duplo confronto. De um lado, o estudo da linguagem no nível mental ou cognitivo com o nível físico ou cerebral. De outro, o papel da linguagem na nossa vida diária, no nosso desenvolvimento cognitivo e na formação do inconsciente com aquilo que nos parece implausível: viver sem linguagem. Para atingir esse último objetivo, o autor dá voz a vários pacientes com lesão neurológica. Um deles, Cardoso Pires, que tem o seu drama relatado no livro, afirma que sem linguagem somos “um farrapo de indivíduo”.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Viver sem Linguagem: Linguagem, Mente e Cérebro”, de Celso Novaes, publicado pela editora Appris Editora, em 2019 e com 149 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Appris Editora
Páginas: 149
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8547327053
ISBN13: 9788547327057
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
