
Título: Voando pela noite: (até de manhã)
Autor: André Giusti
Sinopse: “O drive-in não passava de um terreno baldio e escuro, cheio de árvores. O proprietário, sem dinheiro para construir um motel, ergueu uma porção de boxes separados por muros de cimento, onde se estacionava para namorar. O preço era uma bagatela e dava para ficar ali até o amanhecer. A única exigência era entrar com os faróis baixos para não iluminar nenhum par de peitos no carro dos outros. – Onde fica a tela desse negócio? – Evelyn perguntou. – Na sua imaginação. – ele respondeu, sem acreditar que ela fosse tão inocente. – Mas e o filme? – ela insistiu. – É o mesmo. Há milhões de anos. – As pessoas vêm aqui para transar? – Não necessariamente. – Mas num lugar escuro como esse, um homem e uma mulher não ficam dentro do carro apenas conversando e escutando rádio… – Provavelmente não. – Então o que a gente vai fazer? – Conversar e escutar o rádio. O que você acha? – Não acho legal. – Então, só resta uma opção. Ela sorriu. Chegou mais perto dele. Evelyn tinha os seios lindos. Talvez mais lindos que os de Maggie.”
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Voando pela noite: (até de manhã)”, de André Giusti, publicado pela editora 7 Letras, em 1996 e com 177 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: 7 Letras
Páginas: 177
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8585625635
ISBN13: 9788585625634
Sobre a editora
Os livros da editora 7 LETRAS apresentam uma leitura que atravessa a poesia, a crônica e o ensaio com um olhar atento às experiências humanas e sociais. O catálogo revela uma predileção por narrativas que exploram o cotidiano, a memória e as tensões entre o indivíduo e seu entorno, ora com tom poético e contemplativo, ora com humor e irreverência. As obras frequentemente dialogam com temas como identidade cultural, desigualdades sociais, linguagens artísticas e questões urbanas, criando um ritmo que pode ser tanto fluido quanto denso, conforme o foco do texto. A diversidade se manifesta na coexistência de textos mais narrativos e outros que se aproximam da reflexão crítica e teórica, ampliando o leque de possibilidades para leitores que buscam tanto emoção quanto análise.
