
Título: Wasteland Scumfucks. Terra do Demônio
Autor: Yuri Moraes
Sinopse: Wasteland Scumfucks é como O Senhor dos Anéis, só que os heróis são violentos assassinos canibais. Um pouco mais violento talvez que Game of Thrones, mas com personagens muito fofos. O protagonista é inspirado em G. G. Allin, o legendário punk rocker norte-americano famoso por comer as próprias fezes e praticar automutilação durante os shows, e também por agredir a plateia ao ponto de ter saído de alguns shows direto para a cadeia. Na saga criada por Yuri de Moraes, GG é um jovem ex-escravo que escapou de um terrível campo de trabalhos forçados, roubou o bastão mágico de uma gangue de elfos malvados e tenta sobreviver em um deserto (conhecido como Terra do Demônio) acompanhado de seus amigos: um robô chamado Z e uma elfa chamada Sérgio.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Wasteland Scumfucks. Terra do Demônio”, de Yuri Moraes, publicado pela editora Veneta, em 2017 e com 112 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Veneta
Páginas: 112
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8595710104
ISBN13: 9788595710108
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,224
- Altura (cm): 20,80
- Largura (cm): 13,80
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Veneta convidam o leitor a mergulhar em narrativas que combinam densidade histórica, crítica social e uma forte presença dos quadrinhos como linguagem. Entre obras que exploram desde a biografia de figuras complexas até relatos autobiográficos e ficções que transitam entre o real e o surreal, o catálogo revela um interesse constante por temas como o ativismo político, a memória cultural e as tensões sociais contemporâneas. A diversidade editorial é notável, com títulos que vão do mangá autobiográfico ao quadrinho histórico, passando por histórias em quadrinhos eróticas e relatos sobre movimentos sociais. O tom das obras varia entre o poético e o crítico, muitas vezes com ritmo cadenciado e foco na experiência subjetiva, mas também com momentos de suspense e humor ácido.
