
Título: Wunderwaffen: 1 - Le Pilote du Diable
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: 1946 : Les armes volantes spéciales des Nazis déciment les avions alliés. Mais le pire reste encore à venir… En cet été 1946, les Japonais ont été battus mais la Seconde Guerre mondiale continue en Europe après l’échec surprise du débarquement allié, le 6 juin 1944. D’étranges avions à réaction totalement révolutionnaires, surnommés Wunderwaffen (« Armes miracles »), défendent désormais efficacement l’Allemagne. Le major Walter Murnau, tête brûlée, homme d’honneur et talentueux pilote de Wunderwaffen, se retrouve décoré par Adolf Hitler, atrocement mutilé lors d’un attentat, qui lui inspire crainte et dégoût. Le voilà publiquement surnommé « Le pilote du Diable »… Il devient alors l’icône d’un régime qu’il déteste. Sans se douter que même pour le « Pilote du Diable », l’enfer n’est jamais loin...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Wunderwaffen: 1 – Le Pilote du Diable”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Soleil Productions, em 2012 e com 46 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Soleil Productions
Páginas: 46
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: francês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Soleil Productions conduzem o leitor a universos fantásticos onde magia, intrigas e mitologias ancestrais se entrelaçam. A experiência de leitura costuma ser marcada por narrativas densas, com personagens que enfrentam dilemas complexos em cenários que vão de florestas encantadas a palácios em ruínas. O tom varia entre o sombrio e o épico, frequentemente explorando temas como lealdade, poder e segredos ocultos, sempre com ritmo que alterna entre suspense e aventura. As sinopses sugerem uma predileção por mundos ricos em detalhes, onde a fantasia se mistura a elementos de investigação e conflitos políticos. Em meio a essa ambientação, há obras que privilegiam a introspecção e outras que apostam em ação e reviravoltas.
