
Título: Zipper Mouth: A Novel
Autor: Laurie Weeks
Sinopse: This novel of a young lesbian addict in ’90s NYC “recalls Naked Lunch” with “dreamy, impressionistic, and rapturous” prose—“an ecstatic love story” (Publishers Weekly). Written in the brash, fervent voice of the young and addicted, this debut novel from underground superstar Laurie Weeks “is a short tome of infinitesimal reach, a tiny star to light the land” (Eileen Myles). Strung out on dope and unrequited love for her straight best friend, Jane, the novel’s unnamed narrator zig-zags between glimpses of her childhood and early teens to the raw, super-caffeinated world of her present on the streets of New York. Chosen by Dave Eggers as Best American Nonrequired Reading and a winner of the 2012 Lambda Literary Awards, this novel encapsulates the soaring highs and gritty lows of the junkie and the reckless intensity of love. “The book’s pulse is evident on every page.” (Lambda Literary) “Zipper Mouth is a brilliant rabbit hole of pitch-black hilarity, undead obsession, the horror of the everyday, and drug, drugs, drugs.” —Michelle Tea, co-founder of SisterSpit
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Zipper Mouth: A Novel”, de Laurie Weeks, publicado pela editora The Feminist Press at CUNY, em 2011 e com 170 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: The Feminist Press at CUNY
Páginas: 170
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora The Feminist Press at CUNY costumam explorar narrativas que entrelaçam experiências pessoais profundas com questões sociais e políticas. Muitas obras apresentam protagonistas femininas em contextos desafiadores, como lutas contra opressões, discriminações e tradições rígidas, frequentemente em cenários históricos ou distópicos. O tom varia entre o intimista, com memórias e relatos autobiográficos carregados de humor e emoção, e o mais reflexivo, com ensaios e manifestos que discutem feminismo, arte e resistência. O catálogo sugere uma atenção especial a vozes marginalizadas, incluindo temas LGBTQIA+, raciais e de gênero, com uma linguagem que pode ser tanto acessível quanto densa, dependendo do enfoque.
