
Título: 100 Vistas de Toquio
Autor: SHINJI TSUCHIMOCHI
Sinopse: Inspirado pelas “100 vistas de Edo”, do mestre do ukiyo-e Hiroshige Utagawa (1797-1858), o ilustrador japonês SHINJI TSUCHIMOCHI decidiu criar suas 100 VISTAS DE TÓQUIO. Recortando as ruas, ladeiras, escadarias, pontes e estabelecimentos icônicos do centro antigo de Tóquio e associando-os a referências culturais, ele destacou 100 lugares da capital japonesa. A Tóquio de Shinji Tsuchimochi é carregada de histórias e lembranças e habitada pelos seres fantásticos do folclore nipônico. A tradução de Drik Sada, especialista em mangás, vem acompanhada pelo texto original japonês. A edição brasileira traz também notas que contextualizam referências ou oferecem informações históricas. O livro inclui três mapas com roteiros de passeios pelos locais retratados, além de um índice com o endereço de todas as 100 vistas, oferecendo um verdadeiro guia afetivo do centro antigo de Tóquio e convidando o leitor a descobrir ou redescobrir a magia da capital japonesa. Uma história em mangá e 5 ilustrações com vistas de Osaka completam a obra.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “100 Vistas de Toquio”, de SHINJI TSUCHIMOCHI, publicado pela editora Estação Liberdade, em 2019 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Estação Liberdade
Páginas: 128
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: JAPONÊS
ISBN: 8574483095
ISBN13: 9788574483092
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.
