
Título: 1001 Noites no Cinema
Autor: Pauline Kael
Sinopse: Pauline Kael reúne neste livro resenhas escritas ao longo de três décadas, período em que ela garantiu sua posição de crítica cinematográfica mais respeitada dos Estados Unidos. Os comentários de 1001 noites no cinema resumem a própria história do cinema: estão presentes os clássicos, a indústria de Hollywood, o cinema europeu, os contemporâneos, o cinema comercial, as grandes estrelas hollywoodianas. Kael informa e diverte, em textos leves, coloquiais e provocativos."Ela é maravilhosa no modo como combina um conhecimento técnico preciso com impagáveis comentários pessoais."John Updike
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “1001 Noites no Cinema”, de Pauline Kael, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1994 e com 568 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 568
Ano: 1994
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571644268
ISBN13: 9788571644267
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,812
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
