
Título: 11 Noites Insones
Autor: Christian V. Louis
Sinopse: Durante alguns anos, a família de Laura estava habituada a abrigar jovens católicos que faziam intercâmbio por intermédio de Padre Michael para estudarem por um ano nos Estados Unidos. Em um casamento em crise e desenganada pelos médicos após um tratamento doloroso que durou dez anos, Laura achou que seria uma boa oportunidade para esquecer dos problemas abrigar mais um deles. O que nem ela e seus familiares esperavam era que, Gerard, o jovem canadense a ser acolhido, de católico não tinha nada. Um exímio desenhista, Gerard além de ter a excentricidade em sua aparência, a carregava em todo o seu ser, juntamente com um segredo muito forte que daria uma reviravolta na vida daquela família. Do mesmo autor de “Irrealidade Virtual”, Christian V. Louis traz em seus escritos uma obra de drama, sensualidade e mistérios, que são desvendados pouco a pouco durante episódios únicos em um período de 11 noites insones.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “11 Noites Insones”, de Christian V. Louis, publicado pela editora Bookess, em 2011 e com 88 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bookess
Páginas: 88
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Bookess apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o fantástico, o espiritual e o cotidiano, muitas vezes explorando conflitos internos e dilemas existenciais. O catálogo sugere uma predileção por histórias que mesclam elementos sobrenaturais, como vampiros e seres espirituais, com dramas pessoais intensos, incluindo relações amorosas complexas e desafios sociais. A leitura frequentemente envolve personagens jovens ou em transição, imersos em ambientes que vão do urbano contemporâneo a cenários históricos e imaginários, com um tom que pode variar do introspectivo ao tenso. Essa diversidade cria um ritmo que ora é mais contemplativo e psicológico, ora mais dinâmico e cheio de reviravoltas.
