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1964: O que ainda no resta dizer?

Título: 1964: O que ainda no resta dizer?

Autor: Luciene Carris (organizadora)

Sinopse: Análise abrangente sobre o legado de “1964”, promovendo a uma reflexão sobre a história do Brasil através de uma abordagem que prioriza uma gama de temas como a destruição e a reconstrução de patrimônios, a resistência artística e comunitária, a repressão aos trabalhadores rurais e a luta por moradia, além de examinar a opressão enfrentada pelo povo brasileiro. Assim, a coletânea “1964: O que ainda nos resta dizer?” busca promover uma reflexão sobre os 60 anos do golpe. Não é demais ressaltar que, em tempos em que o passado é frequentemente revisitado, o livro surge para instigar o debate, ao mesmo tempo que aponta os desafios que enfrentamos para garantir uma sociedade democrática. Aliás, diante de eventos históricos que reacendem debates e fortalecem diferentes interpretações sobre o passado, torna-se essencial distinguir entre a revisão crítica, que é parte do ofício do historiador, e o negacionismo, que busca distorcer ou apagar os fatos. Autores/Autoras: Adriana Camargo, Andréa Casa Nova, Andréa Queiroz, Carlos Eduardo Pinto, Luciene Carris, Luzimar Soares, Mário Brum, Maria Bizzo, Rita Lages, Rodolfo Rodrigues, Silene Orlando e Vicente Saul.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “1964: O que ainda no resta dizer?”, de Luciene Carris (organizadora), publicado pela editora Metanoia, em 2025 e com 268 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Metanoia

Páginas: 268

Ano: 2025

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8554161289

ISBN13: 9788554161286

    Sobre a editora

    Os livros da editora METANOIA convidam a uma leitura que atravessa temas sensíveis e contemporâneos, como identidade de gênero, sexualidades dissidentes e espiritualidade, sempre com um olhar que mescla reflexão e experiência pessoal. A narrativa ora se apresenta em contos de fadas com toques de fantasia e coragem, ora em ensaios que exploram subjetividades e movimentos sociais, criando um contraste entre o imaginário e o analítico. O catálogo mostra um interesse claro por histórias que abordam relações familiares não convencionais, adoção, e a busca por pertencimento, muitas vezes com um tom afetuoso e acolhedor. Além disso, há uma presença constante de trabalhos que dialogam com a religiosidade inclusiva e a despatologização de orientações sexuais, sugerindo um compromisso com temas de diversidade e justiça social.

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