
Título: 300 Propostas de Artes Visuais
Autor: Ana Lúcia de Moraes Tatit
Sinopse: Por Laura Vinci artista plástica, professora e mestre pela ECA-USP Entre outras, uma grande qualidade do livro é a de suas 300 propostas – que na verdade são 450 e que poderiam se transformar em 1000 – serem ampliáveis. Podem ser repetidas com modificações, com adesões de outros, com mudanças de material, o que não impede também que se trabalhe somente com uma técnica, como a monotipia, durante um semestre. Uma facilidade é que os exercícios (vários deles explicados com lindas ilustrações) são acessíveis, técnica e materialmente, pois os materiais utilizados são simples e de fácil alcance. As 300 propostas, além de formarem um enorme repertório para o professor, são também um mundo de possibilidades inventivas para o leitor não especializado ou para o próprio aluno, que, por interesse individual, pode seguir sozinho, escolhendo seu caminho pelo livro. É um privilégio deparar com um livro que necessita da ação criativa de seu leitor para se completar e que principalmente nos oferece um lugar para exercemos nossa liberdade.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “300 Propostas de Artes Visuais”, de Ana Lúcia de Moraes Tatit, publicado pela editora Edições Loyola, em 2003 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 304
Ano: 2003
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515026872
ISBN13: 9788515026876
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,453
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
