
Título: 32 Poemas Para Cada Coisa
Autor: BIZERRA
Sinopse: 32 poemas para cada coisa é o livro de estréia de Antônio Bizerra, o alucinado dos recitais cariocas(conhecido por recitar com seu pandeiro), eterno flaneur das noites de Copacabana. Com 8 ilustrações a carvão de Darcy Menezes Ramos, os 33 poemas do livro são o testemunho de uma viagem na cidade, que ao mesmo tempo não é relato de coisa alguma, e, assim, é de qualquer coisa. Como um profundo mergulho no universo do homem moderno e de sua angústia de civilização, este livro fala do herói como mot ivo alegórico, que de epopéias, de desventuras, como também de júbilos, já está na epiderme do dia-a-dia de cada um. Este homem se perde na multidão, como fica claro no último poema do livro: seu suicídio foi sui generis e muito eficaz: precipitou-se numa xícara de café e sumiu. no fundo, somente o leito de açúcar e algo que parecia ser um cílio
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “32 Poemas Para Cada Coisa”, de BIZERRA, publicado pela editora CONFRARIA DO VENTO EDITORA, em 2008 e com 68 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: CONFRARIA DO VENTO EDITORA
Páginas: 68
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8560676031
ISBN13: 9788560676033
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,110
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora CONFRARIA DO VENTO EDITORA apresentam uma escrita que explora a complexidade das emoções humanas, frequentemente atravessada por temas como a dor, a memória e a busca por sentido. A narrativa oscila entre o realismo cru e o fantástico perturbador, criando atmosferas densas e inquietantes, onde personagens lidam com conflitos internos e externos que desafiam a estabilidade do cotidiano. O catálogo privilegia textos que mesclam poesia e prosa, às vezes com um tom visceral e outras vezes com uma delicadeza reflexiva, sempre mantendo uma linguagem precisa e envolvente. Há uma atenção especial para a dimensão existencial e política das obras, que frequentemente dialogam com questões urbanas, sociais e filosóficas, sem perder a força da experiência individual.
