
Título: 48 horas para o monge
Autor: Paulo Bergp
Sinopse: 48 Horas para o Monge é um romance, uma ficção. Uma jovem senhora chinesa chega com sua filha a uma vila no Tibete, na qual vive um monge que havia deixado o monastério exatamente para deixar de ser monge, mas o mongismo que existia dentro dele não morreu. Nessa vila, Mei, uma jovem chinesa, reencontra amigos e passado, reavivando lembranças do período em que viveu lá, dos seis aos doze anos. Histórias, encontros, desencontros, tristeza, alegria, destino, situações, lendas e estórias (infanto-juvenis como O Boi Maúco, A Fada, o Dragão e o Colibri, A Bacia Quadrada do Reitor), e até peças (como Pirlilim e Lilipinha) e, ainda, referências históricas, que Mei presenciou ou conheceu enquanto criança e que agora verá seus desdobramentos. Mesmo ambientada em outros países, a obra tem referências brasileiras, como Machado de Assis, José de Alencar e Josué de Castro. Ficção, romance, aventura, autoconhecimento/autocompreensão, magia, religião e história fazem parte da obra, com um final especialmente arquitetado, que dá ao leitor percepção de que a história continua. O leitor irá encontrar mulheres e homens apaixonados e apaixonantes, que, de alguma forma, tiveram suas vidas e destinos delineados no Tibete.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “48 horas para o monge”, de Paulo Bergp, publicado pela editora Novos Ases, em 2024 e com 360 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Novos Ases
Páginas: 360
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9786554283205
Sobre a editora
Os livros da editora Novos Ases costumam explorar narrativas que transitam entre a intimidade dos sentimentos e a complexidade das relações humanas, frequentemente ancoradas em contextos brasileiros. A leitura revela um catálogo que mescla poesia reflexiva, com temas como amadurecimento, dor e esperança, e ficções que abordam desde dramas familiares até aventuras com elementos fantásticos e distópicos. O tom varia entre o contemplativo e o tenso, com personagens que enfrentam dilemas pessoais, sociais e até sobrenaturais, em ambientes que vão da cidade contemporânea a mundos imaginários. Há obras que privilegiam uma linguagem simples e direta, enquanto outras se aprofundam em atmosferas densas e misteriosas, criando um ritmo que ora convida à pausa, ora acelera a tensão narrativa. Essa diversidade sugere um interesse editorial em histórias que dialogam tanto com leitores que buscam emoção e introspecção quanto com aqueles que preferem enredos mais dinâmicos e cheios de suspense.
