
Título: 50 einfache Dinge, die typisch deutsch sind
Autor: Katrin Wilkens
Sinopse: "... draußen nur Kännchen!" Es ist typisch deutsch, nicht typisch deutsch sein zu wollen, und deswegen sind wir auch so darauf versessen, zu erfahren, wie andere uns sehen. Aus Büchern wie "Planet Germany" oder "My dear Krauts" hören wir also von Pünktlichkeit, Gartenzwergen und Biertrinken, wenn nach typisch Deutschem gefragt wird, vielleicht Goethe noch. Und das soll schon alles sein? Katrin Wilkens klärt auf. Deutsche fahren in den Urlaub und finden es toll, hinterher erzählen zu können, man habe keinen anderen Deutschen getroffen. Und sie haben eine Draußensitzmanie, was man hartnäckig für beiläufig- lässig südländisch hält. Drinnen sitzen ist Oma. Es ist typisch deutsch, nicht typisch deutsch sein zu wollen, und doch gibt es so viele Dinge, die es so ganz offensichtlich nur in Deutschland gibt oder geben kann. Katrin Wilkens zeigt Deutschland von seiner vielseitigen, vielschichtigen und merkwürdigen Seite. Bunt, lustig und aufregend.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “50 einfache Dinge, die typisch deutsch sind”, de Katrin Wilkens, publicado pela editora Westend Verlag GmbH, em 2015 e com 222 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Westend Verlag GmbH
Páginas: 222
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: de
ISBN: 3864896150
ISBN13: 9783864896156
Sobre a editora
Os livros da editora Westend Verlag GmbH convidam a uma leitura que combina análise crítica com uma abordagem detalhada de temas sociopolíticos contemporâneos e históricos. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram conflitos políticos, como investigações sobre assassinatos políticos e guerras, além de reflexões profundas sobre propaganda, democracia e movimentos sociais. A linguagem tende a ser densa e investigativa, com narrativas que equilibram rigor documental e um tom que pode variar entre o jornalístico e o ensaístico. Há também espaço para relatos pessoais e experiências de vida que dialogam com questões culturais e psicológicas, ampliando o espectro do que se entende por análise social.
