
Título: 500 Frases de Pára-Choques de Caminhão
Autor: Amir Mattos
Sinopse: A filosofia das estradas Amor: Se o amor é cego, o negócio é apalpar. Beijo: O beijo abre o apetite, mas não mata a fome. Bichos: Cobra que não tem veneno vira minhoca. Casamento: Se casamento fosse estrada, eu só passava pelo desvio. Chifre: Esse negócio de chifre não existe; foi coisa que botaram na sua cabeça. Deus: Muitos me seguem, mas só Deus me acompanha. Dinheiro: Dinheiro é como azeite: por onde passa, amolece. Filosóficas: Na estrada da vida, o passado é contramão. Homem: O homem é como o caminhão basculante: quando fica velho, não levanta mais. Motorista: Motorista: seja paciente na estrada para não ser paciente no hospital. Mulher: Mulher é igual a circo: debaixo do pano é que está o espetáculo. Numéricas: 60 é pouco, mas 70 passar dos 80, pode chegar até 100 vida. Parentes: Parente, só os dentes; assim mesmo, mordem. Pobre e rico: Quando rico mata o pobre, o defunto vai preso. Sogra: Minha sogra caiu do céu: a vassoura dela quebrou.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “500 Frases de Pára-Choques de Caminhão”, de Amir Mattos, publicado pela editora Leitura, em 2005 e com 88 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Leitura
Páginas: 88
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8573586850
ISBN13: 9788573586855
Sobre a editora
Os livros da editora Leitura apresentam uma variedade que vai do entretenimento leve ao relato detalhado e histórico. O catálogo inclui obras que dialogam com diferentes públicos, desde leitores jovens que acompanham narrativas em primeira pessoa, como diários virtuais de adolescentes, até adultos interessados em histórias de forte tensão urbana e conflitos sociais. Também há espaço para livros ilustrados e para obras que exploram a cultura esportiva brasileira com riqueza de detalhes e paixão. A diversidade se reflete no tom, que ora é humorístico e descontraído, ora é mais denso e acelerado, com ritmo quase cinematográfico, especialmente em narrativas que se passam em grandes cidades.
