
Título: 62/Modelo para Armar
Autor: Julio Cortazar
Sinopse: O desdobramento do capítulo 62 de O jogo da amarelinha, com novo projeto gráfico Em 62 Modelo para armar, os cronópios têm acesso ao livro imaginado pelo personagem Morelli no capítulo 62 de O jogo da amarelinha. Publicado em 1968, cinco anos depois do seu livro mais famoso, 62 traz experimentações radicais com a linguagem, que deixaram desconcertada a crítica da época. Seguindo a ideia de seu personagem, o autor se lança a um jogo de escrita em que tudo é como uma inquietação, uma falta de sossego, um desarranjo contínuo. O romance O jogo da amarelinha revolucionou a literatura mundial e se tornou referência para a narrativa contemporânea.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “62/Modelo para Armar”, de Julio Cortazar, publicado pela editora Civilização Brasileira, em 2001 e com 256 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Civilização Brasileira
Páginas: 256
Ano: 2001
Edição: 2
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520005551
ISBN13: 9788520005552
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,320
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Civilização Brasileira apresentam uma experiência de leitura que transita entre o rigor histórico, a análise social e a literatura de qualidade. O catálogo reúne obras que exploram desde a formação política e social do Brasil até reflexões filosóficas e ensaios críticos, muitas vezes com um viés marxista ou político, mas também com espaço para literatura e poesia. A diversidade temática inclui estudos detalhados sobre períodos históricos, biografias, e análises culturais, com textos que combinam densidade conceitual e linguagem acessível, favorecendo leitores interessados em aprofundar seu entendimento sobre o Brasil e o mundo. O tom dos livros varia entre o didático e o narrativo, com algumas obras adotando uma abordagem mais interpretativa e outras privilegiando a pesquisa documental.
