
Título: A Adaga Mágica (A Caverna de Cristais)
Autor: Helena Gomes
Sinopse: Depois de passar seis anos trancafiado no mundo dos elfos, Razeel ganha o melhor presente de aniversário de Lyriel: a liberdade, mesmo que temporária. Porém, sua aventura se torna bem mais complexa e reveladora do que ele podia imaginar. Ele é levado ao passado para salvar a vida de Drake, mas acaba diante de uma antiga paixão que poderá tirá-lo novamente dos eixos. A adaga mágica, sequência de O primeiro guerreiro, é uma história da série A Caverna de Cristais, uma das sagas de fantasia/ficção científica pioneiras dentro da promissora literatura fantástica brasileira. Helena Gomes já tem mais de trinta obras publicadas, algumas delas selecionadas para programas de leitura como o PNBE, e recebeu distinções importantes, como o selo Altamente Recomendável da FNLIJ.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Adaga Mágica (A Caverna de Cristais)”, de Helena Gomes, publicado pela editora Rocco, em 2015 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Rocco
Páginas: 72
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
