
Título: A Agonia no Getsêmani
Autor: C. H. Spurgeon
Sinopse: “E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão.” Lucas 22:44 “Quando nosso Senhor terminou de comer a Páscoa e celebrar a ceia com seus discípulos, foi com eles ao Monte das Oliveiras, e entrou no jardim do Getsêmani. O que o induziu a selecionar esse lugar para que fosse a cena de sua terrível agonia? Porque haveria de ser arrastado ai por seus inimigos de preferência a qualquer outro lugar? Por acaso é difícil que entendamos que assim como num jardim a auto-complacência de Adão nos arruinou, também em outro jardim as agonias do segundo Adão deveria nos restaurar? O Getsemani ministra as medicinas para curar os males que foram a consequência do fruto proibido do Éden. Nenhuma flor que tenha florescido nas ribeiras do rio repartido em quatro braços foi alguma vez tão preciso para nossa raça como foram essas ervas amargas que com dificuldade cresciam as margens do enegrecido e sombrio ribeiro de Cedrom o foram.” Charles Haddon Spurgeon
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Agonia no Getsêmani”, de C. H. Spurgeon, publicado pela editora Projeto Spurgeon, em 1874 e com 18 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Projeto Spurgeon
Páginas: 18
Ano: 1874
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Projeto Spurgeon oferecem uma experiência de leitura marcada pelo aprofundamento na espiritualidade cristã, especialmente por meio de sermões e reflexões bíblicas. O tom é contemplativo e reverente, com foco em temas como arrependimento, salvação, oração e a vida de Cristo, apresentados em linguagem acessível e com forte base nas Escrituras. A narrativa é predominantemente expositiva e meditativa, buscando conduzir o leitor a uma vivência espiritual mais intensa e consciente. Há uma clara preferência por textos que exploram passagens bíblicas específicas, muitas vezes com um ritmo que alterna entre momentos de tensão emocional e tranquilidade reflexiva.
