
Título: A Alma Encantadora Das Ruas
Autor: João do Rio
Sinopse: As transformações advindas do progresso apresentam um novo cenário urbano de uma cidade com novas relações sociais, compondo um rico painel dos tempos modernos. As crônicas que compõem A alma encantadora das ruas (1908), o segundo livro de João do Rio, — por meio de um apurado olhar jornalístico que se entrelaça a um esmerado texto literário — retratam um Rio de Janeiro um tanto distinto daquele da belle époque que teve por muito tempo Paris como um referencial de comportamento. Os textos coligidos aqui ambientam uma cidade que não respira somente os ares dos cafés-concertos, mas absorve e exprime uma efervescente vitalidade que apenas as ruas, a população carioca, especialmente a mais humilde, poderiam apresentar. A descrição delicada, honesta e, até mesmo ambígua das ruas, manifesta o espírito da cidade em seus mais íntimos aspectos.
Contexto da obra
Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “A Alma Encantadora Das Ruas”, de João do Rio, publicado pela editora Martin Claret, em 2013 e com 252 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.
Editora: Martin Claret
Páginas: 252
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857232951X
ISBN13: 9788572329514
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Martin Claret oferecem uma experiência de leitura que combina profundidade psicológica e riqueza histórica, transitando por narrativas que exploram tanto conflitos existenciais quanto contextos sociais e culturais marcantes. As obras frequentemente apresentam personagens complexos, cujas jornadas envolvem dilemas morais, transformações pessoais e críticas sociais, tudo isso em cenários que vão da Idade Média europeia a paisagens brasileiras e ambientes urbanos. O catálogo revela um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances clássicos e biografias, e outros de caráter analítico ou ensaístico, que abordam temas sociais, filosóficos e históricos com rigor. A linguagem tende a variar entre o refinado e o acessível, convidando leitores que apreciam tanto a literatura de ficção quanto obras informativas e formativas.
