
Título: A Alta Idade Média Ocidental
Autor: Michel Banniard
Sinopse: Todos aprendemos na escola que à Antiguidade se seguiu a Idade Média. Verdade simples, que, no entanto, implica um sem-número de questões que não podem ser escamoteadas, nomeadamente, a questão fulcral de saber quando se passou da Antiguidade para a Idade Média. Questão que, para ser respondida, supõe a resposta a outras questões: que é a Antiguidade? que é a Idade Média? em que critérios se pode basear uma tipologia de contrastes destas duas civilizações? Naturalmente, a resposta a estas questões implica o estudo daquele período de transição em que uma sociedade mais ou menos híbrido se apresenta aos nossos olhos juntando aos estertores da agonia de um mundo os vagidos do mundo novo que começa. É o estudo desse período, limitado no espaço ao Ocidente europeu, que o autor se propõe fazer nesta obra em que sucessivamente analisa a economia, as instituições, a sociedade, a cultura e a arte, desvendando-nos um mundo de extraordinário interesse nos vincados contrastes com que se vê marcado.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Alta Idade Média Ocidental”, de Michel Banniard, publicado pela editora Europa-América e com 162 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Europa-América
Páginas: 162
Ano:
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Europa-América apresentam um amplo espectro de temas que transitam entre a ficção científica, a história e o pensamento crítico. A leitura frequentemente envolve cenários de conflito, sejam eles futuros distópicos, guerras mundiais ou confrontos culturais e sociais, sempre com uma narrativa que pode variar do mais descritivo e detalhado ao mais reflexivo e filosófico. A presença de personagens em situações-limite, como prisioneiros de guerra ou exploradores em mundos desconhecidos, cria um clima de tensão e descoberta. Além disso, há obras que exploram mitos, lendas e períodos históricos com riqueza de detalhes e profundidade psicológica, o que pode envolver o leitor em uma experiência tanto narrativa quanto informativa. Esse equilíbrio entre histórias mais narrativas e outras com tom mais ensaístico ou didático permite que o leitor navegue por um catálogo que não se prende a um único estilo, mas mantém um foco em temas de complexidade social, científica e cultural.
