
Título: A Arte da Defesa
Autor: Alan Paiva
Sinopse: A par de, brilhantemente, transmitir aos leitores tais alicerces que edificam a figura e o mister do advogado criminal, Alan Paiva narra as suas experiências pessoais, em especial no Tribunal do Júri, somadas a tantas outras vivências ao longo da sua exitosa trajetória profissional. Trata-se de um livro extremamente útil – e diria obrigatório – para os estudantes de Direito e advogados que almejam atuar na área penal, seara tão espinhosa, incompreendida, mas, por outro lado, gratificante. Extensivo também o opúsculo a todo tipo de leitor, tendo em vista a forma clara e simples com que o autor expõe suas ideias e convicções. (Eduardo de Moraes) Alan Paiva dá um exemplo espetacular do que é ser Advogado Criminal. Seu entusiasmo sobre a ARTE DA DEFESA é contagiante e sua maneira de encarar a profissão é comovente. Com sessenta anos de prática forense, rábula criminal diplomado, amante da profissão e da especialidade, confesso que A ARTE DA DEFESA de Alan Paiva é um bálsamo para a nossa crença e esperança na preservação de tudo o que a nossa Confraria acredita. (Técio Lins e Silva)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Arte da Defesa”, de Alan Paiva, publicado pela editora Habitus, em 2023 e com 168 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Habitus
Páginas: 168
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6589866996
ISBN13: 9786589866992
Sobre a editora
Os livros da editora HABITUS trazem leituras densas e reflexivas, com foco em temas ligados ao Direito, à justiça social e às dinâmicas de poder. A experiência de leitura costuma ser marcada por análises críticas sobre sistemas penais, direitos fundamentais e políticas públicas, com um tom que oscila entre o acadêmico e o engajado. O catálogo apresenta obras que exploram desde a prática jurídica até abordagens filosóficas e sociais, muitas vezes questionando estruturas autoritárias e propondo perspectivas libertárias. Há também espaço para discussões sobre gênero, educação e subjetividades, revelando um interesse por temas contemporâneos e complexos. Em HABITUS, o ritmo dos textos varia entre o argumentativo e o ensaístico, convidando o leitor a uma reflexão aprofundada sobre as questões apresentadas.
