
Título: A Arte de Profetizar
Autor: William Perkins
Sinopse: O PRIMEIRO MANUAL DE PREGAÇÃO PROTESTANTE Poucas coisas são mais evidentes nas igrejas contemporâneas que o declínio na importância atribuída ao que é dito no púlpito. A tragédia mais profunda é que em muitos lugares a igreja tornou-se um vale de ossos secos. Algo é necessário para despertar os mortos e soprar nova vida no povo de Deus. Em tempos de necessidade similar, William Perkins (1558-1602) exerceu um ministério de pregação de tamanho poder em Cambridge que deixou forte impressão na cidade e na igreja que duraria décadas. Perkins fornece orientações básicas para ajudar todos os cristãos a ler e usar a Bíblia com inteligência. Sua mensagem é poderosa em particular para quem conduz o povo de Deus e em especial para os pregadores. A arte de profetizar comporta faíscas capazes de inflamar o pregador. Ele deveria estar ao lado da escrivaninha de todo pastor como um livro de consulta permanente.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Arte de Profetizar”, de William Perkins, publicado pela editora Monergismo, em 2018 e com 104 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Monergismo
Páginas: 104
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788569980599
Sobre a editora
Os livros da editora Monergismo oferecem ao leitor uma imersão profunda em temas que se situam na interseção entre fé cristã, ética e cultura contemporânea. A experiência de leitura é marcada por um tom reflexivo e argumentativo, frequentemente voltado à defesa e à explicação da cosmovisão cristã bíblica diante dos desafios atuais, como debates sobre bioética, educação, e a influência do secularismo. O catálogo privilegia obras que dialogam com questões filosóficas, teológicas e sociais, apresentando tanto análises críticas quanto orientações práticas para a vida cristã. Há obras que adotam um estilo mais expositivo e didático, enquanto outras se aproximam de uma conversa franca e pastoral, sempre com linguagem acessível e fundamentada nas Escrituras.
