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A Arte Interessada: (BBLA, Vol. 8)

Título: A Arte Interessada: (BBLA, Vol. 8)

Autor: Mário de Andrade

Sinopse: "A arte interessada" (vol. 8 da BBLA) é uma coletânea de treÌ‚s ensaios, uma epístola, duas entrevistas e uma poesia de Mário de Andrade (São Paulo, 1893-1945), figura fundamental do modernismo brasileiro. Mário é um intelectual que poderia dispensar apresentações, mas este esforço se torna necessário nos nossos dias. Os ares do mundo atual e a complexidade da sua obra nos fazem exigeÌ‚ncias nestes 100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922. À luz de sua liderança construtiva, crítica e reflexiva no movimento modernista, a coletânea que apresentamos, ao invés de centrar a atenção no jovem Mário de início dos anos 1920, traz uma reunião de alguns de seus escritos teóricos, autocríticos e retrospectivos de 1938 até 1945. Conteúdo do livro - O modernismo inacabado de Mário de Andrade, por André Magnelli - O artista e o artesão (1938) - Entrevista a Joel Silveira (Vamos ler, abril de 1939) - Carta a Oneyda Alvarenga (1940) - O movimento modernista (1942) - A elegia de abril (1941) - A arte interessada (Entrevista à Diretrizes, 1944) - Meditação sobre o Tietê (1945)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Arte Interessada: (BBLA, Vol. 8)”, de Mário de Andrade, publicado pela editora Ateliê de Humanidades, em 2022 e com 217 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Ateliê de Humanidades

Páginas: 217

Ano: 2022

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8563574663

ISBN13: 9788563574664

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Mario De Andrade é um mergulho em um Brasil multifacetado, onde o folclore, o cotidiano e as contradições nacionais se entrelaçam em narrativas que oscilam entre o lúdico e o crítico. A prosa ora se mostra inventiva e rapsódica, com ritmo que acompanha a oralidade popular, ora se revela densa e simbólica, exigindo atenção para captar as múltiplas camadas culturais presentes. A tensão nasce da convivência entre o humor irreverente e a reflexão sobre identidade e transformação social, enquanto personagens carregam traços de ambiguidade e complexidade, como o anti-herói que representa o próprio Brasil. A poesia, por sua vez, combina experimentação estética com um tom intimista e, às vezes, enigmático, que convida à contemplação. No conjunto, os livros de Mario De Andrade desafiam o leitor a navegar entre o regional e o universal, entre o passado mítico e o presente urbano, deixando perguntas sobre pertencimento e cultura.

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