
Título: A Arte na Idade Média
Autor: Durand Jannic
Sinopse: O termo de "gótico" - no sentido de bárbaro -, aplicado em tempos ao conjunto da arte medieval, já perdeu há muito tempo o seu sentido pejorativo, e sabe-se hoje quanto essa época artística foi rica e variada. A Arte na Idade Média recorda-nos que, durante mais de dez séculos, a criação artística europeia aí deu provas de uma inventividade incessante na arquitectura, escultura, pintura e ourivesaria. Do arco romano às ogivas ligeiras e aos dentes de pedra do estilo flamejante, desenha-se uma extraordinária evolução. Quando as iluminuras dão lugar à novíssima impressão, as premissas do Renascimento sobrepõem-se aos refinamentos do gótico terminal. Este período é o da passagem das obras-primas anónimas às obras assinadas. O realismo flamengo pertence igualmente à arte medieval terminal, tanto mais que a Itália aborda o Renascimento.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “A Arte na Idade Média”, de Durand Jannic, publicado pela editora Edições 70, em 2001 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Edições 70
Páginas: 144
Ano: 2001
Edição: Artes e Cultura
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9724411060
ISBN13: 9789724411064
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,68
Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
