
Título: A Árvore do Céu I - A Pedra da Vida
Autor: Edith Pargeter
Sinopse: Inglaterra, século XIII. Fugir à injustiça é o motivo que leva, Harry, filho segundo de um cavaleiro de Shropshire, e Adam, seu irmão de leite e filho de um servo, a refugiarem-se em Paris, onde estava a ser construída Notre-Dame. Os dotes de escultor de Harry chamam a atenção de lorde Isambard que o contrata para construir uma igreja junto ao seu castelo em Parfois, na fronteira de Gales. O juramento então pronunciado liga irremediavelmente os dois homens e determina o destino de Harry. Após o regresso de Harry a Shropshire, magnífica a árvore de pedra vai subindo em direcção ao céu como uma flecha de luz, mas, a par dela, vão brotando as sombras que anunciam o ciúme, vinganças impiedosas… e a morte. Bela e sórdida, esta história é também um hino ao amor e à amizade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Árvore do Céu I – A Pedra da Vida”, de Edith Pargeter, publicado pela editora Bizâncio, em 2003 e com 392 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bizâncio
Páginas: 392
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9725302184
ISBN13: 9789725302187
Sobre a editora
Os livros da editora Bizâncio convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram tanto o mundo real quanto suas complexidades humanas e científicas. A experiência de leitura frequentemente envolve jornadas geográficas e existenciais, com relatos que vão desde viagens por países pouco conhecidos da Europa até imersões em conflitos históricos e dramas pessoais intensos. O catálogo apresenta obras que combinam rigor investigativo e sensibilidade literária, abordando temas como crises sociais, descobertas científicas e dilemas éticos, sempre com uma linguagem acessível e envolvente. A diversidade do material sugere um equilíbrio entre o mais narrativo e o informativo, com textos que ora exploram o realismo cru, ora dialogam com questões filosóficas profundas.
